Justiça pune juiz bandido com aposentadoria

Em decisão plenária unânime, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) condenou um juiz que vendia sentenças em plantões judiciários. A condenação foi fruto de investigação que já durava três longos anos e o esquema funcionava através de grupos criados nas redes sociais onde era oferecido - nos plantões do juiz - o serviço de venda de liminares à advogados, traficantes e meliantes em geral - inclusive de alta periculosidade - interessados em serem soltos da cadeia mediante pagamento que variava entre R$ 50 mil e R$ 500 mil para cada decisão favorável. 
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Segundo um dos juizes que participou da condenação unânime do magistrado corrupto, os fatos demonstraram clara violação dos deveres da magistratura. 
"A conduta do desembargador é incompatível com a honra, o decoro, a ética que devem nortear a judicatura. As provas não deixam dúvidas e impõem a pena de aposentadoria compulsória por violação aos deveres do magistrado”. 
Não se sabe ainda se o grupo onde rolava as transações espúrias foi fechado ou ainda está em funcionamento. Também não se sabe se os demais integrantes do grupo que participaram das negociações ilegais sofrerão alguma penalidade da lei e serão, no mínimo, aposentados compulsoriamente,   para servir de exemplo aos demais, ou se ficarão livres para continuar na vida do crime e da impunidade.

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