Dia da Conscientização e Prevenção da Síndrome da Falta de Vergonha na Cara

A partir do próximo ano, a toda primeira sexta-feira do mês de dezembro, vai ser celebrado o ‘Dia da Conscientização e Prevenção da Síndrome da Falta de Vergonha na Cara’. A lei que regulamente a comemoração da data foi sancionada na quinta-feira passada e a decisão foi publicada nesta sexta no Diário Oficial. A data prevê a realização de atividades de conscientização sobre a falta de vergonha na cara durante todas as fases, desde a infância até a terceira idade. 
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Além disso está previsto que várias entidades possam organizar campanhas de prevenção especiais durante a data. O costume de não ter vergonha na cara é o principal responsável por causar inúmeros distúrbios e problemas no cotidiano das pessoas. Ela afeta tanto as relações sociais quanto as produtivas. 

A síndrome ocorre quando em dada situação presumida o sujeito tem que enfrentar algum de seus dilemas internos e não sendo capaz de vencê-los opta pelo meio mais simples que é adotar uma postura que pode ir desde uma leve comportamento bagaceiro até crises compulsivas onde a mentira deslavada predomina e o sujeito não assume atos que comprovadamente praticou. Nesse estágio o sujeito pode apresentar limitações intelectuais e motoras. Também podem ficar comprometidos o sistema nervoso central e o coração de quem presencia as atitudes de um afetado. 

Em Brasilia, uma família que teve vários de seus membros afetados com a síndrome, revela como é a convivência no dia a dia. Os pais contam que a vida se tornou um inferno e, desde então, se esforçam para que a campanha de conscientização à população surta efeito. 

O Ministério da Saúde informa que, no Brasil, a estimativa de indivíduos com falta de vergonha na cara seja de 1/500 nascidos vivos. O Ministério aponta ainda que o número de casos pode aumentar devido à dificuldade de diagnóstico precoce e da não obrigatoriedade da notificação. Além disso, a entidade aponta crescente número de tios e avôs que incentivam indivíduos ainda crianças a manterem comportamento peculiares à síndrome. 

Em Brasilia, o presidente do Conselho Regional Pela Vergonha na Cara (CRPVC), Virgulino Pontual, disse que os dados sobre de indivíduos com a síndrome de falta de vergonha na cara na região seguem ritmo semelhante ao do restante do país, com ligeira elevação em virtude do Congresso. 

“Não temos esses índices de prevalência, mas os relatos dos colegas identificam que a síndrome pode estar crescente aqui no estado”
finaliza.

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