O fim da aposentadoria é a solução

O Jornal Lorotas do Amanhã e o Banco Ganantial Times patrocinaram uma pesquisa que aponta o fim da aposentadoria como solução para o crescimento do País. Segundo a pesquisa, a reforma da Previdência defendida pelo governo do PMDB, PSDB, DEM e aliados, ao excluir milhões de pessoas do sistema previdenciário, pode gerar uma economia de alguns bilhões por ano aos cofres públicos e possivelmente promover um aumento anual de 0,002 ponto percentual no potencial de crescimento do País. Segundo o casal, isso ainda é pouco. O ideal é que essas estimativas sejam ampliadas para cifras bem superiores. 
O fim do benefício da aposentadoria, inclusive para quem já está aposentado, colocará o Brasil no primeiro mundo. 
Afirma o editorial do Jornal Lorotas do Amanhã. 
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A pesquisa aponta que as regras de aposentadoria por tempo de contribuição beneficiam a camada mais abastada da população de forma que a longa sobrevida após a aposentadoria precoce desses brasileiros implica em um mecanismo de concentração de renda, o qual associado à ociosidade dos aposentados acaba elevando o custo da mão de obra a nível nacional. 

De acordo com o banco Ganantial Times, o Brasil se aproxima do chamado fim do bônus demográfico, em que a fatia da população em idade ativa - acima dos 14 anos - deve começar a diminuir. 
A forma mais eficaz de lidar com essa situação é obrigar os velhinhos a voltar a trabalhar novamente. 
Declara o supervisor da pesquisa, sem dó nem piedade. 

O banco Ganantial Times afirma também que, caso a reforma não seja aprovada, o governo terá dificuldades de cumprir o teto de gastos já no início da próxima década, o que resultaria na falta de reajustes reais do salário mínimo, "além da piora na dinâmica da dívida pública, pressão sobre a taxa de juros praticada pelo sistema financeiro e redução do crescimento". 

Tanto o banco Ganantial Times quanto o jornal Lorotas do Amanhã, além de preocupados com o futuro do país, se mostram apreensivos pois a reforma da Previdência tinha previsão de ser votada no início deste semestre, mas teve sua discussão adiada pela crise política envolvendo o presidente Michel Temer, os Irmãosley, as malas de dinheiro e pilantragens diversas de forma que a blindagem do executivo acabou saindo mais cara do que o previsto. 

Com a prisão preventiva dos executivos, o mercado ficou mais otimista com a estabilidade política do governo Temer e voltou a acreditar no andamento das reformas e no fim do benefício da aposentadoria para o bem do Sistema Financeiro.

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